sábado, 14 de novembro de 2015

EU NÃO GOSTO DE NADA QUE O MUNDO GOSTA!


Eu não gosto de sonhar dormindo mais do que eu sonho ao permanecer acordado.
Eu não gosto do altruísmo narcisista das redes sociais.
Eu não gosto de carinho quando estou nervoso. Eu não sou um cãozinho faminto que rola e late.
Ainda que seja amargo como eu, eu não gosto de chocolate.
Eu não gosto de esconder os ovos de Páscoa das crianças nos arbustos do jardim.
Eu não gosto de brincar com os sentimentos dos outros.
Eu não gosto de ficar bêbado até dizer a verdade.
Eu não gosto de revelar os meus deslizes sexuais a um padre.
Eu não gosto das farras animais.
Eu não gosto de rodeio, de meter as esporas.
Eu não gosto de esporrar nas entranhas de uma estranha.
Eu não gosto de puteiros, de igrejas e da maçonaria.
Eu não gosto de tanto mistério acerca da vida e da morte.
Eu não gosto da incompreensível euforia do carnaval.
Eu não gosto do réveillon.
Por mais estranho que possa parecer, eu não gosto de me confraternizar com estranhos.
Eu não gosto de feriados prolongados.
Eu não gosto de enforcar sextas-feiras.
Eu não gosto de mendigar atestado médico para salvar um dia.
Eu não gosto de entrar num elevador sem dizer “bom dia”.
Eu não gosto de seguir a onda.
Eu não gosto de fazer a ola no estádio.
Eu não gosto de estagiárias burras e desinibidas.
Eu não gosto de jogar na loteria.
Eu não gosto de sonhar em ficar rico.
Eu não quero uma Ferrari, uma ilha só pra mim ou um novo par de tetas.
Eu não gosto das mutretas.
Eu não gosto de operar milagres no SUS.
Eu não gosto de assistir a uma sessão de espancamento do MMA.
Eu não gosto de sangue no tatame.
Eu não gosto de ketchup no salame.
Eu não gosto dos filmes do Cobra e do Jean-Claude Van Damme.
Eu não gosto da ditadura do silicone.
Eu não gosto das cicatrizes que, de tão perfeitas, nem parecem cicatrizes.
Eu não gosto das caras recauchutadas das atrizes e das madames.
Eu não gosto da farsa de uma toxina botulínica sobre o sorriso.
Eu não gosto de dizer “eu te amo”, da boca pra fora, como se fosse “me passa a margarina”.
Eu não gosto de rissoles frios e de festa infantil.
Eu não gosto do meu aniversário.
Eu não gosto de ganhar presentes.
Eu não gosto do bife bem passado.
Eu não gosto daquele tempo em que eu era feliz e não sabia.
Eu não gosto de enaltecer o futebol como se ele fosse arte.
Eu não gosto do tira-teima da TV.
Eu não gosto de enaltecer o erro, esmiuçá-lo: o beiço de pulga, a pontinha da chuteira, o passinho-a-mais-à-frente… Eu acho deplorável massacrar um trio de arbitragem.
Eu não gosto de ler as bulas dos remédios.
Mesmo me sentindo — às vezes — um vendido, eu não gosto de ler os livros mais vendidos.
Eu não gosto das dinâmicas em grupo, do esforço concentrado, de rezar o terço, de fazer suruba.
Eu não gosto de novena, de novela e da dança da manivela.
Eu não gosto de assistir às retrospectivas de final de ano.
Eu não gosto da santa hipocrisia que reina em dezembro.
Eu não gosto de fazer planos em janeiro.
Eu não gosto do show da virada do Roberto Carlos.
Neste quesito, em particular, eu sou, sim, um cão que abomina foguetório.
Eu não gosto de negociar partilhas durante um velório.
Eu não gosto de dar esmolas no semáforo.
Eu não gosto de me sentir só no meio da multidão animada.
Por fim, de tudo o que o mundo gosta, eu gosto de quase nada.

Autor desconhecido,

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Objetos da Vida!

Essa passagem que conhecemos como vida é quase sempre composta de vários objetos que quando nos deparamos, pensamos conhecer, mas nem sempre conhecemos. Isso que chamo de objetos, por ae são  conhecidos por vários nomes, amor, ódio, paixão, poder, bravura, perda, enfim. Tudo isso faz parte do cotidianos da vida do ser que criamos ao longo da jornada. O mais incrível é que muitas das pessoas, vão envelhecer, vão se deperar com tais objetos e não serão capazes de entende-los. Algumas pessoas morreão e não serão capazes de entender o motivo de sua passagem!

sábado, 20 de agosto de 2011



"Quando nos decepcionamos com alguém, na realidade nos decepcionamos com nós mesmos, sempre sabemos o que esperar dos outros e mesmo assim temos a esperança que eles nos ofereçam outras coisas. Não se espera laranja de pessegueiros, a menos que se queira sofrer. A única companhia que teremos pelo resto da vida, somos nós mesmos, então é melhor que façamos desta, a melhor de nossas convivências."

O VALOR DAS COISAS, NÃO ESTÁ NO TEMPO EM QUE ELAS DURAM, MAS NA INTENSIDADE COM QUE ACONTECEM. POR ISSO EXISTEM MOMENTOS INESQUICÍVEIS, COISAS INEXPLICÁVEIS E PESSOAS INCOMPARÁVEIS!

PASSANDO DIANTE DOS OLHOS

DESTINO


"Quem não te procura, não sente sua falta. Quem não sente sua falta, não te ama. O DESTINO DETERMINA QUEM ENTRA NA SUA VIDA, MAS VOCÊ DECIDE QUEM FICA NELA. A verdade dói só uma vez. A mentira cada vez que você lembra. Há três coisas na vida que nunca mais voltam: as palavras, o tempo, e as OPORTUNIDADES. Então, valorize quem valoriza você e não trate como prioridade a quem te trata como opção".

domingo, 24 de outubro de 2010

A VIDA

O que esperar dessa vida nos tempos de hoje, onde todos os aplicativos estão dispostos nos painéis do tempo? Você instala e se não gostar, desinstala. Joga o jogo quantas vezes quiser, e se perder, retorna e reinicia tudo de novo! Seria ótimo, se não estivessemos falando de tecnologia. Quantas vezes nos pegamos falando que se pudesse voltar no tempo, fariamos tudo diferente. Pois é, não dá. Ou você tenta concertar com uma nova ação, ou carrega a triste culpa de ter agido errado por muito e muito tempo até que a situação mude por si só te possibilitando trilhar um novo caminho.
O lado bom de tudo, é que com cada passagem a gente aprende uma nova tática, pra que na nova "fase"do game você não acabe no game over!